quinta-feira, 11 de maio de 2017

QUESTIONAR CERTO E ERRADO


CERTO E ERRADO

 "Na filosofia, os textos e os ensaios sobre ética tentaram definir, sem sucesso, o que é o certo e o que é o errado. Entre os filósofos é quase unânime a idéia de que o tempo é o responsável por determinar se um fato é certo ou errado (algo pode ser certo em uma época e errado em épocas seguintes). No entanto atrevo-me a discordar de todos e propor que a idéia de certo e de errado é atemporal e está sim relacionada com a quantidade de pessoas que concordam com ela."

Certo? Talvez não, mas por via de regra os princípios adotados para todos os tempos é o conceito que se tem de certo e errado vem desde tenra idade. Se aprende o certo e o errado, o certo para nos conduzir aos estrados estruturais e os erros para nos dotarmos de experiências.

Para que algo se torne certo, é necessário ter a concordância da maioria, na sequencia se imagina que o errado tem a mesma proporção. Certo ou errado são verdades que é preambulo de conceito que foi introduzido no relativismo do pensamento ocidental, inspirou Platão e redefiniu a filosofia. Veio Immanuel Kant, que propôs que existem verdades absolutas e universais. Nossa imagem de mundo é imposta pelo espírito humano, e como somos iguais na maioria dos aspectos, as verdades são as mesmas para cada um.

Será mesmo certo condenar o que é errado em outras culturas? Alguma cultura é superior as outras? Sendo assim, o relativismo está em toda parte. Adolf Hitler, fez uma multidão  levantar a mão, por que tinha na sua mente a coisa certa, certo? errado, o ideal era dele, a força era dele, a cobiça era dele, as leis também era dele, daí obrigar alguém a concordar com o erro como se fosse certo, só tem prevalência por que tem uso da força. Sendo assim, vence a maioria, pois uma multidão conclamando contra uma minoria a tendência é virar lei. Age sempre de tal modo que o teu comportamento possa vir a ser princípio de uma lei universal, afirma Kant.


A filosofia se preocupa com a busca da verdade, para se chegar a verdade, temos que conhecer o que é certo ou errado, são princípios fundamentais. Ter consciência de certo e errado, está enraizado nas ciências, nas religiões, nas culturas de cada sociedade. A ciência afirma a verdade do que é certo, a religião pratica que em si é absoluta, as culturas transmitem as gerações as tradições éticas, e por fim a sociedade que é o aglomerado de tudo isso distribuída em regra e leis.

Nas religiões está proposto os conceitos sobre certo e errado, nas varias definições cada uma delas escreve suas regras e estão certas, pois é usado o principio da ética. Segundo o brilhante filósofo e escritor Mário Sérgio Cortella, ética é um conjunto de valores e princípios que usamos para decidir 3 grandes questões das nossas vidas: 
1.Tem coisa que quero mais não devo, isto leva o individuo a avaliar se o que quer fazer, deve ser feito.
2. Tem coisa que devo mais não posso, se o que deve fazer, pode ser feito.
3. Tem coisa que posso mais não quero, se o que pode fazer, você quer que seja feito.

Pelo que se pode notar, certo e errado está longe de merecer um conceito universal se não obedecer a um conjunto de regras proposto pelos vários seguimentos. São observadas as leis morais que ladeados com a ética formam os princípios. Certo? Certo! Só não pergunte, estou certo ou estou errado? As repostas poderão ser não muito convincentes, o adagio é popular, mas só serve para a encenação voltada para a ficção para não ser descordado.

Manoel Messias

O SALVO MISERÁVEL?


NÃO DEVEMOS ERRAR NA INTERPRETAÇÃO DOS TEXTOS SAGRADOS...

COMO DÓI TER QUE VER AINDA PESSOAS FAZEREM ISSO...PEÇO QUE LEIA ESSE TEXTO E REFLITA SOBRE SUA VIDA. ENTENDA QUE VOCÊ NÃO É MAIS UM POBRE MISERÁVEL, VOCÊ É UM SACERDOTE, FAZ PARTE DO POVO ADQUIRIDO E DA NAÇÃO SANTA. NÃO ACEITE VOLTAR AO PASSADO TRISTE QUE VIVIAS ANTES, COM A SALVAÇÃO ATRAVÉS DE CRISTO JESUS VOCÊ É NOVA CRIATURA... O TEXTO QUE PAULO FALA NÃO DIZ RESPEITO A NÓS, MAS AOS QUE NÃO CONHECEU A CRISTO SALVADOR E VIVEM EM SUA VIDA MISERÁVEL DE PECADO...UMA VEZ LIBERTO DO PECADO, MUDA A CONDIÇÃO DO HOMEM DE PERDIDO POR ACHADO, DE MISERÁVEL PARA RICO DE GRAÇA DE DEUS, DE PROFANO PARA ADORADOR DE DEUS, DE ESCORIA PARA UMA VIDA ASSOCIÁVEL DO BEM, DE CARÁTER IMUNDO PARA UM CARÁTER CRISTÃO...SÃO TANTAS COISAS BOAS VINDA DE DEUS NA VIDA DO SALVO QUE PODE SER DITA, MAS ACHAM JUSTAMENTE ESSE ADJETIVO "MISERÁVEL"...PARA ENTENDER MELHOR ESSE ASSUNTO, TRAGO ESSE ESCLARECIMENTO E ESPERO SINCERAMENTE QUE VOCÊ LEIA E ENTENDA. 


“Miserável homem que eu sou!” 
Um breve comentário de Romanos 7


Eu tenho ouvido várias vezes as pessoas usando as palavras de Paulo em Romanos 7:24 dizendo: “Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” Eles as usam de uma maneira que insinua que essas palavras são aplicadas para nós, os Cristãos nascidos de novo. Eles as usam como se nós Cristãos estivéssemos em uma espécie de escravidão do pecado (está no mesmo contexto, apenas alguns versos anteriores, que Paulo diz “eu sou carnal, vendido sob o pecado.”) (Romanos 7:14). Então, eles dizem: “miseráveis homens que nós somos”, “nós somos pecadores, vendidos sob o pecado”, “quem nos livrará disto?”

Neste artigo eu apresento que embora as pessoas amem o Senhor e queiram O seguir – e apenas para tais pessoas se refere este artigo – podem cair em muitos erros, elas NÃO estão vendidas sob o pecado nem são miseráveis homens esperando por um salvador. O salvador chegou e Seu nome é Jesus Cristo! Ele abriu a porta da nossa prisão e nos fez livres. Nós não somos mais “miseráveis homens”. Nós ÉRAMOS miseráveis homens anteriormente quando nós estávamos mortos em ofensas e pecados (Efésios 2:1). Mas agora, nós não estamos mortos mais! Deus nos deu vida juntamente em Cristo, por graça, apenas na base da nossa fé (Efésios 2:5)! Agora, nós somos “a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9). Essa é a verdade da Palavra de Deus.

Mas então, nós estamos certos em perguntar o que é essa lamentável situação que Paulo está descrevendo em Romanos 7? A quem ele está se referindo? Porque ele está usando está passagem como se estive a aplicando para si próprio e por que ele está falando no presente como se fosse algo que está acontecendo agora? Bem, nós não precisamos ir longe para achar a resposta. Tudo que nós precisamos é ler o contexto das frases acima, todo Romanos 7. Dando uma olhada, Romanos 7 mostra que seu tema principal é a lei e como era impossível para alguém que tinha apenas a natureza pecadora de Adão cumprir esta lei. Para dizer isso, Paulo está usando a primeira pessoa do singular no presente figurativamente, não literalmente. Em outras palavras, embora, pareça que ele diz o que ele diz para ele mesmo pessoalmente, ele faz isso apenas no sentido figurado, colocando a si mesmo na posição daqueles a quem essas coisas eram diretamente aplicáveis. Como nós sabemos disso? Vamos ler, por exemplo, os versos 7-9 de Romanos 7:

“Que diremos pois? É a lei do pecado? De modo nenhum: mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não disesse: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, obrou em mim toda a concupiscência: porquanto sem a lei estava morto o pecado. E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri.”

A época “sem lei” foi antes da promulgação da lei, centenas de anos antes do nascimento de Paulo. Então quando Paulo diz “E eu, nalgum tempo, vivia sem lei” ele está usando a primeira pessoa do singular (“Eu”) apenas figurativamente. Ele não estava vivo naquela época, mas, ele figurativamente colocou si mesmo na posição das pessoas que estavam vivas dizendo “Eu vivia”. O mesmo também na próxima parte da passagem que diz: “mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri.”. O mandamento veio com Moisés e Paulo não estava vivo ainda. É óbvio então que ele estava usando ele mesmo (primeira pessoa do singular) FIGURATIVAMENTE, literalmente. O mesmo padrão continua por todo Romanos 7. Paulo se usa e muitas vezes no presente para descrever que era uma situação no PASSADO. A razão que ele fez isso é fazer a situação mais vívida e o contraste com a situação presente (a qual é descrita em Romanos 8) ainda mais clara. Seu tema principal em Romanos 7 é a situação sem Cristo. Antes de Cristo a lei era presente e, embora essa lei fosse boa, santa e justa era impossível se manter por pessoas que tinha apenas suas naturezas pecaminosas e carnais1. Como ele caracteristicamente disse:

Romanos 7:12, 14
“E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.... a lei é espiritual; mas eu sou carnal.”

Paulo era carnal quando ele estava escrevendo essas coisas? Ele tinha apenas a natureza pecadora de Adão? Ele estava “vendido sob o pecado”? A resposta é enfaticamente NÃO. Paulo, como qualquer crente nascido de novo, tinha Cristo vivendo nele. Cristo o tinha livre. Ele estava agora nascido de novo e salvo. O que, portanto, ele está se referindo quando descreve a si próprio como “vendido sob o pecado”? Ele se refere à época da lei, o tema principal de Romanos 7. Na época da lei, não havia novo nascimento! Não havia nova natureza! Todas essas coisas ficaram disponíveis para nós depois do sacrifício de Jesus, mas que, na época da lei, elas não estavam disponíveis. Assim, a única coisa que as pessoas tinham naquela época era a velha natureza pecadora. Embora, a lei fosse boa, santa e justa ela era uma lei espiritual enquanto eles eram carnais, vendidos sob o pecado. Portanto, quando Paulo diz: “mas eu sou carnal, vendido sob o pecado” ele está usando a si mesmo e o tempo no presente figurativamente, colocando a si mesmo no lugar daqueles que viveram na época da lei, exatamente como ele fez no versículo 7 com todos aqueles que viveram sem a lei, quando ele diz “vivia sem lei”. Quando Paulo estava escrevendo Romanos 7, ele era uma nova criatura como qualquer um de nós, que crê no Senhor Jesus Cristo, o Messias e Filho de Deus, também é:

2 Coríntios 5:17
“Assim que se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram;”

Paulo usa o mesmo modo de falar (primeira pessoa do singular, no tempo presente) em todo o restante de Romanos 7. Vamos ler:

Romanos 7: 15-24
“Porque o que eu faço não o aprovo, pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E se, faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum: e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já não o faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então está lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus. Mas vejo nos meus membros outra lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?”

O que Paulo está descrevendo é uma situação miserável. Se você não levar em conta qual é o contexto da passagem e se você ignorar e desprezar as realidades do novo nascimento você se tornará miserável também. Você também irá chorar “Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?”. Mas Paulo diz tudo o que diz para descrever a situação antes de Cristo. É uma situação de anseio por um salvador. Sim, antes de Cristo todos nós choraríamos “Miseráveis homens que nós somos! quem nos livrará do corpo desta morte?”. Mas a boa nova é que cerca de 2000 anos atrás o salvador veio! Seu nome é Jesus Cristo! Paulo não para na questão: “Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?”, mas ele continua imediatamente com a resposta e aqui está:

Romanos 8:1-4
“Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, ME LIVROU DA LEI DO PECADO E DA MORTE. Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma a carne. Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne e do pecado, pelo pecado condenou o pecado da carne; Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.”

Houve um tempo em que nós éramos escravos, vendidos sob o pecado. Mas não mais! Crendo no Senhor Jesus Cristo, ele nos libertou dessa escravidão. Agora, nós temos uma nova natureza, Cristo está em nós. Agora nós somos LIVRES. Agora nós somos justos!

Para resumir: aqui está a questão de Paulo em Romanos 7:24:

“Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?”

E aqui está a resposta, apenas 2 versículos depois:
“a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, ME LIVROU DA LEI DO PECADO E DA MORTE.”

E novamente, Gálatas 5:1
“Estai pois firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão.”

Nós não somos mais escravos, vendidos sob o pecado. Nós não somos mais “vendidos sob o pecado”. Ao invés disso, Cristo nosso salvador, veio, deu a si mesmo como resgate e nos fez LIVRES. Portanto, na próxima vez que você ouvir alguém chorando “Miserável homem que eu sou!”, querendo descrever nossa condição presente, você sabe que tal aplicação para nós está ERRADA. Glorifique o Senhor e O dê graças, que, através de Seu Filho, nos livrou desta situação terrível. Louvado seja ele sempre, pois embora nós estivemos uma vez “mortos em ofensas e pecados... Mas Deus que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou.” (Efésios 2:1-5). Louvado seja Ele e Jesus, nosso libertador de sempre.

A ELE A GLÓRIA PARA TODO SEMPRE.

MANOEL MESSIAS

BRASÍLIA, A MÃE DE NOSSA PÁTRIA AMADA BRASIL



MINHA LINDA BRASÍLIA

Está chegando o aniversário de Brasília, nossa capital federal é a cidade mais jovem dentre as capitais no mundo. É linda por criação por ser planejada, seus habitantes é o resultado da miscigenação intensa genética e cultural de povos de vários estados da federação.

Também dos candangos nome dado aos trabalhadores que migraram para a construção da capital federal. Os brasilienses que formam a nova geração da capital que trazem em seu sangue a mistura candanga, povo bonito, alegre e carismático que demonstra as origens de todo Brasil.

Nossa Brasília não é corrupta como muitos gosta de falar, é os corruptos de outros estados que vem para cá e corromper e defrauda nossa capital, Brasília é como uma mãe que acolhe, pois recebe todos "dos filhos deste solo és mãe gentil".

Parabéns Brasília, que por Juscelino Kubitschek fez cumprir o sonho de Dom Bosco e a idealização de Lúcio Costa fizeram nascer neste planalto a que é mais glamourosa, foi esculpida por Oscar Niemeyer como a mais bela arte já produzida.

Parabéns Brasília, nós te amamos não só por sua beleza, mas pela sua gente, sua cultura eclética e mística.

Parabéns Brasília, pelo o céu mais azul, mais límpido, mais seco e mais frio, pelas suas águas puras que nascem no cerrado e faz transbordar o velho Chico, rio de grande riqueza, que muitos por onde ele passa não sabem que águas que lá escorre nascem de ti mãe linda.

Parabéns Brasília, pelo sol que nasce no horizonte do planalto central, irradiam sua cor inconfundível, para se tirar o cobertor, abrir a janela e desejart-e um bom dia. O poente visto de ti é um convite ao sarau em uma mistura alegre de poesia e dança. 

Parabéns Brasília, ó mãe da pátria, parabéns minha linda capital deste meu Brasil amado.

Manoel Messias

OBREIROS DESAFIADOS

CAPA DO LIVRO

UM TRECHO DO LIVRO

Obreiros desafiados é um livro de minha autoria que em breve estará pronto. Leia um pouquinho e aguarde o lançamento.

“Eu te glorificarei na terra, completando a obra que me deste para fazer”  Jo 17:4 .

Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; 1 Tm 3:2

Neste século os obreiros do Senhor tem travado uma árdua batalha no campo de guerra do inimigo.
Muitos obreiros são desafiados a continuarem firmes e de pé diante das adversidades imposta pela postura que deles são exigidos, como homens de caráter firme e de uma integridade inatingível. São desafiados a continuarem lutando contra os obstáculos e a não fugirem de seus desafiadores, mas continuarem firmes até a vitória final.

Todo obreiro tem que saber por que foi chamado e para o que foi chamado, sua árdua missão esta longe de ser apenas “status”. Os púlpitos não suportam mais tantos aqueles que pensavam que eram chamados, mas descobriram que não era bem isso que queriam de fato; estão estagnados, tristes derrotados em seu ministério, sem rumo a seguirem e totalmente decepcionados.

Desses não são totalmente culpados, mas por falta de uma triagem melhor na comissão de ingresso, esses novos obreiros chegam ao ministério com pouco ao nenhum preparo e quando se deparam de frente com a realidade logo se assustam, pois não sabem lidarem com situações difíceis. A falta de maturidade e experiências pessoais com Deus lhes falta coragem para enfrentar a sublime, porém difícil missão que a chamada requer.

Quem entendeu a chamada de Deus, muitas vezes até pensa em desistir, mas não o faz porque tem a convicção quem na verdade o chamou, eu também já passei por isso, muitos companheiros da fé também passaram, mas entendemos que buscando um pouco mais, orando um pouco mais, concluímos que o perfil do verdadeiro obreiro  é de não se acovardar diante dos desafios, mas  enfrentar mesmo que doloroso sendo, escolhemos continuar firme sem os vacilo impostos pela duvida. Vencendo isto, podemos compreender o que Deus realmente esta querendo de nós e que a única maneira de continuar glorificando o nome do Senhor é fazendo exatamente a sua vontade.

O Apostolo Paulo encoraja a Timóteo a continuar o serviço de um Evangelista, “Por cujo motivo te lembro de que despertes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minhas mãos. Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação. Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus.Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós. Portanto, não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro seu; antes participa das aflições do evangelho segundo o poder de Deus, ( 2 Tm 1:6,13,14 ). 
Veja, se houve estimo do Apostolo ao seu filho na fé a enfrentar os percalços, é porque de fato existe essa possibilidade de o obreiro do Senhor passar por sofrimentos quando do exercício do ministério. Sofrer aflições por amor ao Evangelho e ainda assim glorificar com alegria não se envergonhando dessa missão é necessário de fato ser realmente chamado. O Apostolo Paulo, encoraja a Timóteo a ser também, participante desta aflição; e é exatamente em momentos como esses, que muitos ficam pelo caminho e chegam a desistir de seu ministério. Continua o Apostolo: “Por cujo motivo te lembro que despertes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minhas mãos”. Isto nos faz refletir melhor, e buscar uma resposta mais convincente para não desistir, somente quem nos chamou tem a resposta certa em  momentos de crise.
O Obreiro do Senhor constantemente deve procurar força na graça de Deus para superar os desafios que durante sua vida virão e eles são visiveis na vida pessoal, conjugal e social. A vida do obreiro pode ser vista por dois lados, publica e privada e esses dois lados tem que ser inatingivel de maneira que o seu carater pessoal se harmonize sob todos os aspectos com o ministerio que Deus lhes confiou.
Paulo exorta a Timóteo dizendo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.” ( 1 Tm 4:16 ). Paulo não queria que Timóteo por ainda muito jovem impedisse a sua eficácia como pregador da palavra de Deus. Afinal, o que faz de um servo de Cristo um bom ministro não é a sua idade ou formação teológica, e sim a sua fidelidade para com a palavra a ele conferida.
 O obreiro de Cristo precisa se dedicar diligentemente para mostrar o "padrão" da vida cristã na sua própria vida, e para exortar e ensinar a outros. Sem dar o esforço necessário para estudar e viver verdadeiramente a palavra do Senhor, muitos que se chamam "obreiros" de Deus levam pessoas à destruição eterna, o resultado, porém, da prática e do ensino fiel da doutrina de Cristo é a salvação de todos que a obedecem.
Viver de modo irrepreensível, que significa que não terá nada em sua vida que seja motivo de acusação. Não significa que esse obreiro é perfeito e nem Deus exige isso dele, pois todos nós somos homens sujeitos a erros ainda nessa vida terrena, mas trata de sua reputação, vida santa, caráter íntegro, isso os obreiros do Senhor podem fazer.
Obreiros inocentes ou não são desafiados aprovarem sua conduta moral, tantos para os de dentro com para os de fora, sua integridade, fidelidade e honestidade são observados e saiba que sofreras com duras penas se errar nisso. Muitos por causa disso ou por não observar isso, estão sofrendo por falta de uma vida com mais transparência em seu ministério. Um obreiro disciplinado tem uma vida organizada que é vista por todos como aquele que é um exemplo a ser seguido.
Que Deus nos ajude, que nessa época tão difícil e diante da multiplicidade de obreiros, precisamos ter uma percepção melhor acerca da chamada para o ministério. A vida do obreiro do Senhor não pode parecer de forma duvidosa, pois é recomendado pela bíblia que sejam como o exemplo dos fieis.


                                                                                                                                            
  Pr.  Manoel Messias

O FENÔMENO DAS LINGUÁS ESTRANHAS


FALAR EM LINGUÁS
" Chegando o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos num só lugar.De repente veio do céu um som, como de um vento muito forte, e encheu toda a casa na qual estavam assentados.E viram o que parecia línguas de fogo, que se separaram e pousaram sobre cada um deles.Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito os capacitava. " At 2:1-4 

PRATICAMENTE, cada geração da cristandade tem testemunhado o desenvolvimento de algum novo movimento (bom ou ruim) dentro de suas fileiras. Os apóstolos tinham que guardar a verdade contra os judaizantes e o progredir do gnosticismo incipiente. A era pós-apostólica estava cheia da controvérsia e do desenvolvimento de novos "ismos" – Docetismo, Cerintianismo, Eutiquianismo, Nestorianismo, Sabelianismo, Arianismo etc. Agostinho lutou contra o Pelagianismo. Mesmo o período da Idade Média viu a atividade dos anabatistas e a instituição das várias ordens católicas romanas (Agostinianos Dominicanos, Franciscanos, Jesuítas etc.).
No século XVI eclodiu a poderosa Reforma Protestante, com os desenvolvimentos subsequentes dos maiores grupos eclesiásticos (Luteranos, Reformados, Anglicanos, Presbiterianos) e dos menores dissidentes. Mais tarde, a cristandade americana contribuiu com muitos grupos distintos – Mórmons, Campbellitas, Testemunhas de Jeová Adventistas do Sétimo Dia etc. O século vinte também tem testemunhado sua parte de novos desenvolvimentos. Um movimento-chave tem sido o Pentecostismo, com sua ênfase sobre o Espírito Santo e dons espirituais. O próprio Protestantismo Americano ficou dividido em grupos liberais e fundamentalistas, que resultaram na formação de novas denominações. O velho liberalismo logo cedeu lugar ao surgimento da neo-ortodoxia e do neo-liberalismo. Também ele promoveu o movimento ecumênico, com seu alvo final: a união com a Igreja Católica Romana. Até o Protestantismo conservador não permaneceu estagnado. Hoje em dia, ele está dividido em fundamentalismo e o novo evangelismo.
Agora, o movimento mais recente no cenário cristão americano é o reavivamento carismático ou o novo Pentecostismo, dando ênfase especial à cura milagrosa e ao falar línguas estranhas. Em menos de dez anos de existência, ele tem produzido um impacto profundo sobre a vida eclesiástica de todas as denominações. Visto ser um movimento contemporâneo, compete a cada cristão conhecê-lo quanto a sua natureza básica e examiná-lo à luz das Escrituras.

A  Importância  Deste  Estudo

O simples fato de o fenômeno de falar línguas estranhas ou glossolalia (proveniente do grego glossa, língua e laleo, falar) se achar na Bíblia deve ser causa suficiente para merecer uma plena investigação. O fenômeno é mencionado em três livros: Marcos, Atos e I Coríntios. Como uma parte mui expressiva da vida da igreja primitiva, está sempre relacionado com o ministério do Espírito Santo. Foi uma evidência da descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes (At. 2:1-4) e da recepção inicial do Espírito em pelo menos dois casos (At. 10:44-48; 19:1-7). O falar em línguas estranhas foi também um dom espiritual exercido pela igreja em Corinto (I Cor. 12-14). Uma compreensão da natureza e dos propósitos de tais fenômenos nos tempos bíblicos é, portanto, imprescindível para cada crente.
O crescimento rápido do Pentecostismo no século vinte também contribuiu para a importância deste estudo. A revista Time o classificou como a "igreja que mais cresce no hemisfério". (1) Life a considerou como "a terceira força", igual, em significação, ao Catolicismo Romano e ao Protestantismo histórico. (2) O Dr. Henry P. Van Dusen, ex-reitor do Union Theological Seminary (New York), pensava que o movimento Pentecostal, com sua ênfase sobre o Espírito Santo, fosse "uma revolução comparável, em importância, ao estabelecimento da Igreja Apostólica original e com a Reforma Protestante". (3) Tais declarações assumem ainda maior significação quando se reconhece que o falar em línguas estranhas é a "doutrina mais saliente e talvez a característica mais espetacular do Movimento Pentecostal". (4) Este ponto importante do Protestantismo não pode ser desprezado; pelo contrário, deve ser inteiramente compreendido.
Menos de vinte anos atrás, Brumback confessou: "Vamos encarar os fatos: o falar em línguas estranhas não é aceito em parte alguma, senão no Movimento Pentecostal." (5) Hoje em dia não se pode dizer isso, porque o falar em línguas estranhas está sendo admitido agora como uma parte da vida normal, tanto pessoal como na igreja, entre batistas, episcopais, luteranos, metodistas, presbiterianos e até católicos. Essa erupção de línguas entre as denominações históricas tem sido chamada a Nova Penetração, o Novo Pentecostismo, a Renovação (ou Reavivamento) carismática e o movimento moderno de línguas. Tanto igrejas, escolas, juntas de missões liberais e conservadoras como publicações têm sentido o impacto desse novo movimento, que tem sido tão largamente difundido que até os meios seculares de comunicação (rádio, televisão, jornais e revistas) têm-lhe dispensado atenção. Assim, torna-se importante para cada crente compreender a natureza dessa nova manifestação de glossalália.
A pesquisa para esta obra centralizou-se no estudo pessoal da Bíblia, em teologia e comentários padrões e em publicações contemporâneas (revistas e jornais). São raros os livros que tratam desse fenômeno contemporâneo. Todas as citações das Escrituras (nesta tradução do inglês) são da Revisão da Imprensa Bíblica Brasileira e as palavras gregas, do Greek New Testament (Novum Testamentum Graece), de Nestle.

Manoel Messias



(1) Time, LXXX (2-11-1962), p. 56.
(2) Life, XLIV (9-6-1958), p. 113.
(3) Citado por John L. Sherrill, They Speak With Other Tongues (New York, McGraw Hill Book Company, (1964), p. 27.
(4) Carl Brumback, What Meaneth This? (Springfield, Mo.: The Gospel Publishing House, 1947), pp. 99, 147.
(5) Ibid., pp. 175 e 176.