segunda-feira, 7 de agosto de 2017

FÉ E ESPIRITUALIDADE NOS TEMPOS MODERNOS - Frank Usarski

Frank Usarski

Doutor em ciência da religião pela Universidade de Hannover (Alemanha) com estágio de pós-doutoramento na mesma universidade, professor livre-docente e membro do programa de pós-graduação em ciências da religião da PUC-SP. É organizador do Compêndio de Ciência da Religião (Paulus/Paulinas, 2013), vencedor do prêmio Jabuti, e autor de O Budismo e as Outras – Encontros e Desencontros entre as Grandes Religiões (Ideias e Letras, 2009).

Esclarecimento sobre o suicídio - Pr. Douglas Baptista


TITULAÇÃO: Doutor em Teologia Sistemática; Mestre em Teologia do Novo Testamento; Mestre em Ciências das Religiões; Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior; Pós-Graduado em Bibliologia; Licenciado em Educação Religiosa; Licenciado em Filosofia; Bacharel em Teologia. ATIVIDADES ECLESIÁSTICAS: Presidente da Assembleia de Deus de Missão do Distrito Federal; Presidente da Sociedade Brasileira de Teologia Cristã Evangélica; Presidente do Conselho de Educação e Cultura da CGADB, Presidente da Ordem dos Capelães Evangélicos do Brasil. Segundo Vice Presidente da Convenção dos Ministros Evangélicos das ADs de Brasília e Goiás; Diretor Geral do Instituto Brasileiro de Teologia e Ciências Humanas.

COMADEBG 2016


segunda-feira, 24 de julho de 2017

VISITANDO SALVADOR




PASSANDO DE FERIAS DOS FILHOS EM SALVADOR BAHIA

Salvador-BA, Gostei muito da cidade, mas deixo aqui minha insatisfação com relação ao povo soteropolitano. O tratamento péssimo,pessoas pouco hospitaleiro e de pouca informação. Isto não se estende a todos é claro, mas na maioria dos lugares que visitamos, as pessoas são mal educadas, não dão as informações que se necessita. Lanchonetes, serviços de táxi e atendimento dos servidores nos locais turísticos foi uma negação.

Sem falar das baianas nos pontos turísticos que seduz o turista a tirar fotos como se fosse de graça e logo vem o golpe, você tem que pagar. Não que eu quisesse esse tipo de serviço, mas foi como forçado, lamentável! Garagem e estacionamento, estão preocupados só no pagamento, quanto a orientação e cuidado deixam a desejar e são grosseiros. Claro que isso não se estende a todos, pois sei que em cada cidade tem gente hospitaleira.

Mas confesso que fiquei decepcionado e não imaginei que uma cidade tão bonita e histórica, dê esse tipo de tratamento aos turistas. Não foi só conosco, vi isso acontecer com vários outros turistas que sem saída por não conhecer os truques das baianas espertas e dos funcionários que atende ao publico com ranzinza. Sinto muito, mais não fiquei com vontade de voltar, pois conheço boa parte do nordeste e sua gente, todos tem aquela simpatia calorosa com relação aos que visitam sua terra.

Salvador e somente Salvador, tive essa impressão de não ser bem recebido e não é toda Bahia, Pois conheço várias cidades baianas e o tratamento foi maravilhoso. Um exemplo foi Vitória da Conquista e Feira de Santana que alem da cidade ser linda o seu povo é muito hospitaleiro.Peço desculpa ao povo Baiano por falar com sinceridade, mas foi o que notei, e o ar que fica é que não quero mais voltar a ver o povo soteropolitano, visto que a impressão primeira é a que fica. 

O que de melhor posso dizer é que o passeio foi muito bom, tirando esses mal serviços e falta de hospitalidade o resto só posso dizer, Salvador é linda e precisa ser visitada por todo o mundo.

MANOEL MESSIAS

segunda-feira, 10 de julho de 2017

OS MISTÉRIOS DA BÍBLIA I


10 Grandes Mistérios da BÍbIlia


A Bíblia é considerada uma fonte de verdade incontestável por mais de um bilhão de pessoas. Porém existe ainda várias perguntas sem resposta relacionadas a ela. Neste post listamos alguns mistérios históricos e até mesmo alguns mistérios teológicos contidos na Bíblia. Estes são todos temas que fascinam estudiosos bíblicos e leigos (aqueles que se interessam).

10° O Santo Graal:

O mistério:

Onde está o Santo Graal?
Santo Graal seria o prato, ou um copo usado por Jesus na Última Ceia. A ligação de José de Arimatéia com a “lenda” do Graal data do final do século 12 em que José recebe o Graal de uma aparição de Jesus e envia-lo com seus seguidores na Grã-Bretanha. A crença no Graal e em seu potencial paradeiro final nunca cessou. A posse deste artefato tem sido atribuído a vários grupos (incluindo os Cavaleiros Templários, provavelmente porque eles estavam no auge de sua influência durante o tempo que começaram a circular as histórias sobre o Graal). Existem vários copos em igrejas pelo mundo que alegam que são o Graal, por exemplo, a Santa Maria Catedral de Valência, que contém um artefato, o Cálice Sagrado (imagem acima – nota: apenas o “copo” da taça é original), que teria sido tomada por São Pedro em Roma, no século primeiro, e depois de Huesca, na Espanha, por Saint Lawrence no século 3. O cálice de Valência contém uma vantagem em relação aos outros concorrentes para o verdadeiro Graal, já foi cientificamente provado que ela foi feita entre o século 4 a.C. e o século 1 d.C. no Oriente Médio. Existem muitas outras histórias também sobre o paradeiro do Graal, mas como é obvio nenhuma é realmente confirmada.

9° A Arca da Aliança:

O Mistério:
Onde está a Arca da Aliança?

A Arca da Aliança é um recipiente descrito na Bíblia contendo as tábuas de pedra sobre a qual estavam escritos os Dez Mandamentos, bem como a vara de Arão e o maná que alimentou o povo israelita no deserto. A Arca foi mantida em Jerusalém até que os babilônios saquearam e destruíram o templo. A partir de então, a Arca passou a ser considerada lenda e desapareceu para sempre. Uma teoria sobre onde a Arca pode estar escondida é que ela foi ocultada pelos sacerdotes sob o Monte do Templo. Escavações modernas perto do Monte do Templo em Jerusalém descobriram túneis, mas as escavações neste local são muito restringidas. Um dos mais importantes santuários islâmicos, o Domo da Rocha, encontra-se no local aonde é cogitado que o Primeiro Templo de Salomão tenha estado de pé.

8° Sodoma e Gomorra:

O Mistério:

Onde estão as ruínas destas cidades?

Para os pecados dos seus habitantes de Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim foram destruídas por “enxofre e fogo do Senhor do céu” (Gênesis 19:24-25). Para o cristianismo e o islamismo, os nomes destas cidades se tornaram sinônimos de pecado e sua queda uma proverbial manifestação da ira de Deus. A existência histórica de Sodoma e Gomorra, ainda está em discussão entre os arqueólogos, a Bíblia indica que eles foram localizados perto do Mar Morto, alguns locais que são candidatos a serem os locais em que existiam estas cidades foram descobertos ou visitados por Walter E. Rast e Thomas R. Schaub em 1973, são elas: Numeira, es-Safi, Feifeh e Khanazir e edh Bab-Dhra, esta última foi inicialmente escavada em 1965 pelo arqueólogo Paul Lapp. Todas estas cidades foram localizadas perto do Mar Morto, com provas e vestígios de queima de enxofre em muitas das pedras e uma parada súbita da habitação no final da Idade do Bronze inicial.

7° Jardim do Éden:

O Mistério:
Qual a localização do Jardim do Éden?

Embora a maioria dos estudiosos da Bíblia e teólogos consideram que a história do Jardim do Éden não seja literal, a maioria dos cristãos acreditam que o local existia literalmente. Além disso, a Bíblia nos dá instruções para o local. Isso levou a várias tentativas para localizar o jardim. A história da criação em Gênesis diz respeito à localização geográfica de ambas as Eden e o jardim de quatro rios (Pisom, Giom, Tigre, Eufrates), e três regiões (Havilá, Assíria, e Kush). Há hipóteses que o Éden se encontrava nas cabeceiras dos rios Tigre e Eufrates (norte da Mesopotâmia), no Iraque (Mesopotâmia), na África e no Golfo Pérsico. Embora a verdadeira localização é um mistério, existe uma parte bíblica muito interessante em relação a localização do Éden: A Etiópia é mencionado como estando perto ou ao redor do Jardim do Éden, em Gênesis 2:13 (“E o nome do segundo rio é Gehon: o mesmo ele que rodeia toda a terra da Etiópia.”). Em 1974, paleontólogos escavaram  e concluíram que a Etiópia é a posição científica da origem da humanidade, e esta é cientificamente o “Jardim do Éden”.

6° Códigos da Bíblia:

O Mistério:
A Bíblia parece conter mensagens codificadas, seria uma coincidência?

O código da Bíblia, também conhecido como o código da Torá, é uma série de mensagens supostamente existentes no texto bíblico, que, quando supostamente decodificadas formam frases informando sobre profecias. O estudo e os resultados desta cifra tem sido popularizada pelo livro O Código da Bíblia. O principal método pelo qual é extraído estas profecias é o Equidistante Letter Sequence (ELS). Para se obter uma ELS a partir de um texto, é necessário escolher um ponto de partida (em princípio, qualquer letra) e então é dado um salto numérico entre as letras, também livremente e possivelmente negativo. Assim é possível separar as letras que depois juntas umas com as outras formariam as previsões. Defensores dos códigos da Bíblia geralmente usam um texto da Bíblia hebraica. O uso e a publicação de “previsões”, baseado em códigos da Bíblia conseguiu trazer a consciência popular dos códigos, principalmente com base no trabalho do jornalista Michael Drosnin. A mais famosa previsão de Drosnin usando esta técnica foi o assassinato do primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin em 1995, ele fez esta previsão em 1994.

5° As Tribos Perdidas:

O Mistério:
O que aconteceu com as tribos perdidas?

A frase “As Dez Tribos Perdidas De Israel” se refere as antigas tribos de Israel que desapareceram dos relatos bíblicos, e logo depois o Reino de Israel foi destruído, escravizado e exilado pelas Assírias antigas. Muitos grupos de Judeus tem uma doutrina relativa à existência oculta ou a de retornar pública no futuro essas tribos. Este é um assunto parcialmente baseado, autenticado e documentado em fatos históricos. Houve algumas afirmações bizarras sobre quem pode ser descendente destas tribos perdidas. Algumas reivindicações indicam os nativos americanos, britânicos e japoneses como sendo descendentes destas tribos. Os judeus Kaifeng (foto acima) na China afirmam ser descendentes de uma das tribos perdidas.

4° O Faraó do Êxodo:

O Mistério:
Quem foi o faraó do Êxodo?

O Faraó do Êxodo é o faraó (rei), que governou o Egito antigo, no tempo do Êxodo. A história da escravidão dos Filhos de Israel no Egito, as pragas de Deus as suas forças de libertação, e sua fuga posterior de um exército para prosseguir na travessia do Mar Vermelho, é dito nos primeiros capítulos do Livro do Êxodo. O faraó da história não é chamado -, ele é referido simplesmente como “Faraó” – e a questão da sua identidade tem sido objeto de muita especulação. A figura mais comumente imaginado na cultura popular é Ramsés, o Grande, embora não haja provas documentais ou arqueológicas que ele teve de lidar com as pragas do Egito ou qualquer coisa semelhante, ou que ele perseguiu os escravos hebreus que fugiam do Egito. Há também um relato feito por Merneptah, sob a forma de um poema chamado Israel Estela, que faz referência à suposta destruição total de Israel, em uma campanha antes do seu 5º ano em Canaã: “Israel tem sido dizimado … a sua semente não existe mais. “Basicamente, não há evidência para apoiar firmemente a opinião de qualquer Faraó específicos como o mencionado no Êxodo.

3° Arca de Noé:

O Mistério:
Onde está a Arca de Noé?

Pelo menos desde o tempo de Eusébio (275-339 d.C.) até os dias atuais, a busca de restos físicos de Arca de Noé foi realizada com fascinação por cristãos, judeus e muçulmanos. Apesar de muitos boatos, as alegações de avistamentos e expedições nenhuma evidência científica da arca jamais foi encontrado. A busca da arca tem sido chamado de “caçada” por alguns arqueólogos. Os pesquisadores da Arca tiveram pouco para se orientar além da “menção das montanhas de Ararat em Gênesis”. No início do século 21, dois principais locais candidatos para a exploração à procura da Arca surgiram, as chamadas anomalias de Ararat (foto acima) perto do cume principal do Ararat, (uma “anomalia” na medida em que mostra em imagens aéreas e de satélite como uma mancha escura na neve e no gelo do pico), recentemente foi descoberto nestes locais uma madeira petrificada que poderia ser uma parte das paredes que constituíam a Arca.

2° O Discípulo Amado:

O Mistério:
Quem era o discípulo amado?

Um dos maiores mistérios da Bíblia diz respeito à identidade de “o discípulo a quem Jesus amava”. Segundo o Evangelho de João, este foi o discípulo que se inclinou em Jesus durante a Última Ceia, e o único discípulo do sexo masculino apresentam no momento da crucificação Além disso, João 21:24 implica que todo o Evangelho de João, baseia-se neste discípulo, no entanto, estranhamente, nunca dá o seu nome. Os outros três evangelhos não dão seu nome, na verdade, eles nem sequer mencionam esse “discípulo amado” (como ele é chamado frequentemente), eles também não dizem nada sobre qualquer discípulo inclinado sobre Jesus durante a Última Ceia ou que testemunhou a crucificação. Este silêncio total sobre o assunto só aumenta o mistério. Alguns estudiosos têm argumentado que o Discípulo Amado era Lázaro, o irmão de Maria e Marta de Betânia, e o homem que Jesus ressuscitou dos mortos. A razão para isso é o fato de que, quando as irmãs de Lázaro convocaram Jesus para ajuda-lo disseram: “Senhor, aquele que tu amas está doente.” Algumas teorias modernas chegam a afirmar que Maria Madalena era o discípulo que Jesus amava, ideia já um pouco difundida pelo escritor Dan Brown.

1° A Autoria os Evangelhos:

O Mistério:
Quem escreveu os evangelhos?


Os evangelhos são, provavelmente, a parte mais importante do Novo Testamento e até o século 18, sua autoria não foi considerada como um mistério. Mas como estudiosos modernos da Bíblia investigaram a história dos 4 livros, eles começaram a questionar o fato de que eles foram escritos por Mateus, Marcos, Lucas e John. Há muita especulação (principalmente com base na ordem da escrita dos livros) que os evangelhos foram escritos por pessoas que conheceram os apóstolos, mas não diretamente pelos apóstolos. Este é um mistério que é improvável de ser resolvido a menos que um grande documento fonte seja descoberto, o que poderia explicar as questões que existem em relação à este mistério ou quem sabe a um outro.

EMISSÃO DO PENSAMENTO


Cuidados na Emissão dos pensamentos

Toda mente tem um transmissor incomparável estruturado para emitir ondas longas ou curtas, metragem e microformas, com a sua linguagem específica, de acordo com as necessidades. Mesmo que queiramos, nunca conseguiremos parar de pensar, pois a mente é um dínamo sagrado ligado à suprema inteligência universal, pela qual flui, ininterruptamente, a vontade de Deus.

Procuremos analisar os pensamentos desde os seus princípios mais rudimentares, e notaremos que somente co-participamos, com muita eficiência, na sua engenhosa formação e transmissão de ideias. Contudo, quase somos realistas ao aceitarmos as nossas responsabilidades de ajudar na emissão dos pensamentos em direção aos nossos semelhantes.

Pensar é viver, e viver melhor é pensar conscientemente, fazendo o que nos toca com mais perfeição. A estupenda energia dos pensamentos cria formas admiráveis, alimenta uma gama de coisas sem precedentes, atuando em todas as linhas do metabolismo, harmonizando todos os mundos celulares, se sua formação congênita é o amor e a caridade em suas variadas extensões.

O espírito é o centro energético de atividades imensuráveis, reguladas por leis justas, de modo a manter o corpo na mais perfeita harmonia. Ele emite para suas formas diversas correntes sutis, potencializando todo o agregado do soma, tanto quanto dos corpos de mais alta frequência vibratória. A projeção é feita pela mente, ante os canais sustentadores da vida. Reflitamos sobre o bem ou o mal que poderemos fazer, no uso daquilo que é mais sagrado na nossa vida – pensar, emitir ideias, e estas se consubstanciarem em valores pelo verbo, e este se identificar pela escrita, onde poderá se transformar em fonte sublimada para a paz da consciência e o bem de todos os semelhantes.

Vigiemos, pois, nossas emissões mentais. Todo esforço neste sentido é louvável, mesmo que não atinjamos totalmente a pureza desejada. Já é um pouco de luz a despontar no coração e na inteligência dos operários do bem, na reconstrução da personalidade envolvida no engano, por influência da ignorância, e para esse trabalho, divino por excelência, não é preciso nos reportarmos à puberdade do espírito, que está perdida na profusão do tempo e do espaço, porque a sua própria razão se esgota, quando tenta perceber a embriologia espiritual de si mesmo. Avancemos com os conhecimentos que temos em mãos. Eles nos dão, mesmo na sua simplicidade, meios para iniciarmos os primeiros passos na grande escalada infinita da evolução. A mente só cria, igualmente, imagens compatíveis com a sua própria estrutura espiritual, na formação do eu. O Pai não Se esqueceu dos estabilizadores, de modo que as voltagens etéricas surgem no cenário do cérebro, conectadas no volume justo a ser suportado pelo ser pensante.

Daí, é que ajustamos essa ideia aos ensinamentos do Evangelho, que comenta, em certo trecho: “Não são colocados fardos pesados em ombros frágeis”.
A massa encefálica é o topo da cruz humana, e nela se encrava um astro divino, que se manifesta, em parte, por acanhados sentidos; e as ideias oriundas dessa claridade semeiam vida por toda a lavoura biológica. E essa vida se expressa por escalas infinitas, de acordo com a sua maturidade, que é conhecida pelo que as almas pensas, pelo que faz, pelo que vive.

A nossa mente atinge todo o corpo físico através dos pensamentos, que encontram seus reatores nos variados plexos, para depois acionar as glândulas responsáveis por todo o conjunto orgânico. Se as emissões dos pensamentos forem boas, todo o templo do espírito estará em paz. Se não, sofreremos, hoje ou amanhã, as nefastas consequências causadas pelas não-vigilâncias do inquilino do corpo. Deveremos dar início, se não temos costume ainda, ao cultivo do amor, da alegria pura, das emoções superiores, da caridade e do perdão, da tolerância e da solidariedade para com todas as criaturas. Essas tentativas, por nós iniciadas, darão ensejo a um bom ambiente para a consciência interna nos ajudar a plasmar, na centelha divina que entra em nós, ideias de alta elevação espiritual, tornando-nos livres da velha sombra que nos acompanha há milênios,denominada ignorância.


Por João Nunes Maia no livro Horizontes da mente



EXPOTCHÊ


O QUE TEM EM BRASÍLIA NO MÊS DE JULHO

Aproveitando o frio que castiga Brasília, não reclamando, pois é sempre bem vindo esse período de gelo na capital da Republica. Então, como ia dizendo, aproveitando esse friozinho, tirei um tempinho para escrever, pois já algum tempo não faço isso.
Gostaria de escrever sobre o que acontece nesse período em Brasilia. Acontece muitas coisas interessante como a Expotchê que acontece sempre neste mês de julho. É muito bacana é uma exposição de tudo que tem no  Rio Grande Sul. Além de todas as iguarias deliciosas, tem o tradicional churrasco gaúcho onde o predominante é a costela de chão, considero umas das maravilhas da culinária deste estado tão peculiar.
A EXPOTCHÊ é realizada desde 1992 pela Rome Eventos. Atualmente, são cerca de 300 expositores (em sua maioria do Rio Grande do Sul), distribuídos numa área de 27 mil metros quadrados. São estandes destinados a roupas, calçados, couro, malhas, lãs, queijos, salames, vinhos, sucos, chocolates, artesanato, churrasco, chimarrão, muitos deles produzidos por pequenos produtores e integrantes de programas de agricultura familiar. Além disso, o evento oferece uma intensa programação de shows, com apresentações diárias no Palco Principal e grupos musicais e de dança folclórica no Palco Regional.
Maior feira gaúcha fora do Rio Grande do Sul, a EXPOTCHÊ é a única que acontece ininterruptamente em Brasília há 24 anos. Em seus dez dias de realização, o evento gera mais de 3000 empregos diretos e contrata cerca de 40 empresas locais para prestação de serviços.

Um resumo de tudo que é oferecido nestes dias:

Praça do VinhoEspaço

  onde vinícolas do Rio Grande do Sul  têm a oportunidade de mostrar sua produção, com vários rótulos de  vinhos, espumantes, champagnes e sucos para degustação e venda. Para quem gosta e o tempo é bastante propicio devido ao frio que neste ano está mais rigoroso.

Praça do Pão

Área ocupada por colonos vindos do Rio Grande do Sul, onde  pães e cucas são assados na hora, exalando um cheirinho irresistível para os visitantes. Olha, não tenha quem resista o pão cuca, com recheio de goiabada que é uma delícia.

Praça do Chimarrão

Espaço destinado às ervamateiras, onde a mais tradicional bebida do Rio Grande do Sul é exibida, em ornamentadas cuias de chimarrão. Explicações sobre o  beneficiamento da erva-mate e as diversas formas de preparação, que vão do tradicional mate ao tererê, permitem ao público visitante conhecer um pouco mais dos benefícios de consumo do produto. É um espaço para degustação e também para a compra dos melhores mates do Rio Grande do Sul. Pronto é só levar a sua cuia ou compre uma lá mesmo e se aqueça na maravilha que é essas ervas vindas direto do produtor.

Praça do Chocolate

Aqui também é um dos mais frequentados, e quem resiste a isso!! Espaço ocupado por fabricas de chocolate de Gramado, conhecido pela boa qualidades dos chocolates ali produzidos. Neste espaço  ele  é oferecido em vários formatos e consistência, com requinte de apresentação. Em barras, em formatos de bichinhos, ao leite, amargo, meio amargo, branco, preto, em creme e não poderia faltar o famoso fondue com morangos e uvas. Escolha como deseja e aproveite. É de lamber os beiços!

Praça Literária

Espaço em que editoras e livrarias mostram ao público a produção literária de autores gaúchos. Além da comercialização de livros, acontecem sessões de autógrafo. Como vê, tem espaço para todos, quem não pode ficar sem o livro, aproveite o espaço, escolha o livro, daí é só viajar nas nuvens da literatura. Gostou, comprou, depois de autografado é levar.

Praça da Agricultura Familiar

Em um grande estande,  representantes de  vários municípios oferecem ao público o que há de melhor em produtos produzidos de forma artesanal: Salames, copa, defumados, morcilha, linguiça,  Cachaça, grappa, licores, caipirinhas, conservas salgadas, conservas doces, schmier (doce em pasta cremoso), compotas, doce em calda, doce em tabletes, goiabada, figada, nozes cristalizadas e frutas desidratadas, Açúcar mascavo, rapadura, melado, amendoim e caldo de cana, Suco integral, sucos naturais, suco de laranja, suco de uva e artesanatos diversos em porongos decorados, em lã crua, blusões, pelegos, pala, luvas e artesanatos em madeira.

Galpão Gaúcho

Espaço ocupado pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho do Planalto Central – MTGPC, que congrega os Centros de Tradições Gaúchas – CTGs da região e atua na preservação e difusão da cultura tradicionalista gaúcha. Neste espaço, a tradição estará representada através do Bolicho Campeiro, do Reduto do Chimarrão e no tradicional brechó de peças indumentárias gaúchas, como alpargatas, lenços, bombachas, vestidos e outros. Leve um dinheirinho a mais, pois os preços não são tão camadas.

Praças de Convivência

Depois do passeio, degustações e compras, o evento disponibiliza um lugar para descansar um pouco as pernas. Praças ambientadas para os visitantes, com projetos de jardinagem e decoração, sempre fazendo referência ao tema de cada edição do evento.

Nossa capital, fica linda nesse período, então é só aproveitar, são dez dias de exposição, dá pra escolher os dias e não deixar de ver nenhum espaço. Tem estacionamento gratuito e amplo em toda a área em redor do pavilhão de exposição. 
Até o próximo posts, que na medida do tempo, vou está mais presente.

Manoel Messias

sexta-feira, 7 de julho de 2017

GRATIDÃO


VIDA DE GRATIDÃO A DEUS
1ª. Tessalonicenses 5:16, 17 e 18
“16 Regozijai-vos sempre.   17 Orai sem cessar.   18 Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”.
 Nesse dia, nós começamos por dizer: “Graças a Deus porque estamos na Igreja. Ações de Graças pela nossa salvação, pelos milagres, pelas portas abertas. Nós temos muita coisa para agradecer a Deus.” Nós acreditamos que a gratidão envolve: Dar Graças a Deus e gerar no nosso coração uma atitude de gratidão. 
Existem 4 áreas pelas quais nós aprendemos a expressar a nossa gratidão a Deus:
  1. 1.   SENDO GRATO LOUVANDO A DEUS.
  2. 2.   SENDO GRATO ORANDO A DEUS
  3. 3.   SENDO GRATO DANDO O NOSSO MELHOR PARA DEUS.
  4. 4.   SENDO GRATO COMPARTILHANDO O NOSSO TESTEMUNHO.
Nós vamos trabalhar estas quatro áreas:
  1. 1.  SENDO GRATO LOUVANDO A DEUS -  Eu expresso a minha gratidão cantando e louvando ao Senhor.
      Diz o Salmo 147:7 “Cantai ao SENHOR com ações de graças; entoai louvores ao som da harpa, ao nosso Deus,” Não é só cantar, o cantar tem que gerar em nosso coração,  uma gratidão grande. Quer dizer que, quando eu canto com Ações de Graças eu estou expressando a minha gratidão a Deus. Diz Salmo 100:1-5 “Celebrai com júbilo ao SENHOR, todas as terras. Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico. Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio. Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome. Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade.”
Uma pessoa amarrada e sisuda envelhece, fica velha, mas uma pessoa que canta louvores a Deus, rejuvenesce, renova as suas emoções!
2º. SENDO GRATO ORANDO A DEUS – Eu expresso a minha gratidão a Deus, quando eu oro.
No Salmo 105:1 “Rendei graças ao SENHOR, invocai o seu nome, fazei conhecidos, entre os povos, os seus feitos.” Renda Graças, invoca o Nome do Senhor! O Apóstolo São Paulo diz em Filipenses 4:6 “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.” Não andeis ansiosos. Este é um mandamento muito difícil de viver mas é possível.
3º. SENDO GRATO DANDO O NSSO MELHOR PARA DEUS -  Deus sempre faz o melhor para nós. Será que sempre fazemos o melhor para o Senhor? Diz o Salmo 50:14 “Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo;” Você prometeu fazer muitas coisa neste ano, mas talvez não tenha conseguido cumprir. Meu irmão, não saia daqui, sem expressar a tua gratidão com Ações de Graças, pelo que você conseguiu fazer. Pouco ou muito.
4º. SENDO GRATO DANDO NOSSO TESTEMUNHO - Nós podemos expressar gratidão a Deus com nosso testemunho de vida.
Que muitos creiam na obra de Deus Pai por intermédio de nosso testemunho de vida! Muitas vezes, nós falamos bastante, mas nossas obras não testemunham aquilo que nós cremos e acreditamos.”As obras que eu faço dão testemunho de mim, mostrando que o Pai me enviou” (João 5,36).
Diz Isaias 12:4 “Direis naquele dia: Dai graças ao SENHOR, invocai o seu nome, tornai manifestos os seus feitos entre os povos, relembrai que é excelso o seu nome.” Portanto, nós temos um chamado a manifestar os feitos de Deus: Foms escolhidos para isso.. Diz Deuteronômio 4:9 “Tão somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, que não  te esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto, e se não apartem do teu coração todos os dias da tua vida, e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos.”
O que diz o salmista:  Salmo 103:1-5 “Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios. Ele é quem perdoa todas as tuas iniquidades; quem sara todas as tuas enfermidades; quem da cova redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia; quem farta de bens a tua velhice, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.”
CONCLUSÃO
Portanto, amados, a nossa história de vida é o nosso louvor, nossa adoração, o nosso trabalho e nosso testemunho  deve ser de gratidão a Deus por tudo. Nós não podemos esquecer um só dia dos benefícios de Deus, o que Deus fez: a salvação, o crescimento espiritual, os livramentos, a  alegria que Ele proporciona, a felicidade que nos concede, tem que motivar em nós gratidão.


MANOEL MESSIAS


SOCIOLOGIA E HERMENÊUTICA









HERMENÊUTICA SOCIOLÓGICA

ORIGEM DOS TERMOS:

HERMENÊUTICA

A hermenêutica, a "arte da interpretação", era originalmente para teoria e o método de interpretação da Bíblia e de outros textos difíceis, atualmente passou a ser vista como à interpretação de todas as criações e atos humanos, incluindo a história e a interpretação da vida humana.

ORIGEM DO DISCURSO ANTROPOLOGICO

Buscando atender cada campo destinado a área antropológica, o conceito antropológico teve que sofrer uma subdivisão; antropologia biológica e antropologia cultural, mas tarde passa a ser discutido se o termo cultural é apropriado para trata de situações que diz respeito o social, daí o termo cultural passa a ser utilizado nos Estados Unidos e Social na Inglaterra, Reino Unido.
A diferença esta relacionado com as teses de Herder e Tylor que chamou de antropologia cultural em oposição ao conceito de Morgan e Emilie Durkheime, vale destacar que o que as difere é a forma escolhida para abordar os fatos sócio-culturais.
 Na metade do século XIX até o começo do século XX, duas perspectivas dominavam o conceito antropológico social; Evolução Cultural foi à perspectiva com a qual a antropologia veio a ser evidenciada e isso se dar por conta de uma evolução social.

O método comparativo de Durkheime e Morgan queria explicar através de uma analise comparativos os fenômenos sociais, a fim de perceber deslocamentos e transformações.

A partir de Ferdinand Tonnies houve uma formulação de dois tipos básicos de organização social; comunidade e sociedade, onde colaborou para o desenvolvimento da antropologia social.
Após o conhecimento de organização social a antropologia percebe que a abordagem deve ser de forma mais participativa e para isso precisava conviver nessas estruturas para analisar e observar detalhes dos costumes sociais, nisso se destaca o antropólogo Polonês Bronislaw Kasper Malinouski, conceituando se em abordagem funcionalista.

  HERMENÊUTICA SOCIOLOGICA DA BIBLIA

Analise das ciências sociais à Bíblia Hebraica W. Robertson Smith. Em 1885, em Kinship and Marriage in Early Arabia, e emlectures on the Religion of the Semites - First Series: The Fundamental Institutions, de outubro de 1888 e março de 1889, as idéias sobre o totemismo que influenciaram E. Durkheim, J. G. Frazer ou S. Freud já estavam delineadas.
Como muitos de seus contemporâneos, W. Robertson Smith tinha uma visão evolucionista da religião, defendendo que a cultura e a religião semíticas tinham passado por uma fase primitiva, matrilinear e totêmica, na qual a comunhão entre os membros de um grupo e seu deus era mantida através do sacrifício e consumação do animal totêmico que representava a divindade.

Mas o que é mais importante em W. Robertson Smith é sua idéia de que a pesquisa etnográfica é fundamental para o estudo da religião e da cultura, defendia que a cultura e a religião semíticas tinham passado por uma fase primitiva, matrilinear e totêmica mantinha pratica como comunhão entre membros de cultura diferente, ou sacrifício e consumação de animal totêmico que representa a divindade.
Mas em Weber abordarmos a sociologia histórica, ele define primeiro uma situação e depois busca suas origens, os fatos sociais são importantes para determinação do conceito cultural, na discussão sobre as estruturas sociais de beduínos nômades, de cidades na Palestina, do lavrador do campo e do pastor seminômade, Weber analisa as leis do livro da Aliança e do Deuteronômio, para destacar a importância da aliança.

Max Weber entende que apesar dessa união não foram às condições de vida de Beduínos e seminômades que 'produziu' uma ordem social cujo estabelecimento poderia ser considerado como algo do tipo 'explicação ideológica' de suas condições econômicas.

Andrew D. H. Mayes Explica que a sociologia geral de Weber, sugere compreensões e interpretações de situações tidas por indivíduos que tinham a mesma crença e aliança comum com Iahweh, que as leis do livro da Aliança e do Deuteronômio representam a uma racionalização.

Dilthey (1833-1911) foi considerado, na Alemanha, o pai da hermenêutico-moderna moderna, fundou a metodologia de pesquisa social que foi desenvolvida com o método de interpretação tendo em vista a realidade social.   

Para ele a hermenêutica social é construída na interpretação que os homens mesmo têm do mundo, defende que é necessário entender a realidade humana que não deixa de ser histórica e social, é por isso que cada fenômeno social em Dilthey é uma experiência histórica e humana graças.
Foram através de Mathes Nagel (1982) e Tischer (1988), que a hermenêutica se consolidou como um método empírico de investigação no final dos anos1960, como conseqüência da resistência ao positivismo e a Escola de Frankfurt teve influência considerável no desenvolvimento Hermenêutica com o método empírico investigação, iniciado a críticas sobre as tendências nas pesquisas sobre situações da vida social, as pesquisas quantitativas e qualitativas, incluindo aqui o que chamaram de positivismo na análise de conteúdo.

A Sociologia Hermenêutica, como metodologia qualitativa, considera, em principio, que todo e qualquer texto representativo de uma realidade social que contem elementos passiveis de interpretação com a finalidade de desvendar e revelar a realidade
contida nos textos e nos fenômenos e atividades sociológicos que são interpretados.

 Por isso a objetivo da analise hermenêutica e descortinar a lógica entre as estruturas de reprodução social e as estruturas de transformação.

METODOLOGIAS

      Max Weber; enfatiza a importância das forças ou dos conflitos, pois são elas que produzem mudanças sociais.

      Emilie Durkheime: enfatiza que a estabilidade de uma sociedade é determinada e baseada sobre uma estrutura, que precisa das funções das instituições.

      Charles Carter; Prioriza os modos específicos de subsistência para a caracterização de uma sociedade.

      Karl Marx: Priorizava as idéias e ideologia na explicação de como as sociedades se organizam.

      Matthes-Nagel (1982) destaca os métodos de analise sociológico com aplicação da interpretação hermenêutica método empírico de investigação

      Dilthey (1833-1911): metodologia de pesquisa social que foi desenvolvida com o método de interpretação tendo em vista a realidade social.  
      Escola de Frankfurt e metodologia qualitativa


APLICAÇÃO METODOLÓGICA

Escola de Frankfurt; metodologia qualitativa considera, em principio, que todo e qualquer texto representativo de uma realidade social que contem elementos passiveis de interpretação com a finalidade de desvendar e revelar a realidade contida nos textos, nos fenômenos e atividades sociológicas que serão interpretados.

Karl MARX; estaremos abordando as teses marxistas no sentido de denunciar e revelar o processo de desumanização imposta por uma ideologia dominante.

Hermenêutica Sociológica do livro de Amós 4

Sociedade: Monarquia, Nobres donos de terra, agricultores Sedentários, camponeses e sociedade Urbana  

Economia: Agricultura e pecuária.

Política; A monarquia do Reinado Jeroboão ampliou seu território do Norte com a conquista de Damasco e Síria, sendo assim o Reino do Norte foi se fortalecendo e enriquecia.

Ideologia; Deus não se agradava da opressão e corrupção praticadas desde os Sacerdotes como os chefes dos tribunais e o castigo era iminente.

HERMENÊUTICA DO LIVRO DE AMÓS 4
Marx abordaria a questão da ideologia como conjuntos de idéias empregadas pelo grupo dominante para justificar o poder, essas idéias segue um processo de racionalização.

Sobre analise de MARX podemos abordar a realidade social do livro de Amós através do método ideológico aplicado pelas classes da sociedade da época, monarquia, nobres donos de terras e sacerdotes dos templos de Guigal e Betel, utilizava do discurso religioso para legitimar suas ações, existia um conjunto de idéias que justificava seus atos e que na verdade era para auto-satisfação.

Essa legitimação fazia com que os camponeses e pequenos agricultores não conseguissem manter suas atividade e foram se endividando pois não conseguia pagar suas dividas, chegavam a se oferecerem a escravidão para poder pagar suas dividas, e quando buscavam justiça nos tribunais que teoricamente deveriam defende-los das injustiças sociais, se depara com a decisão a favor dos que podia pagar e então todas as decisões eram a favor dos ricos, existia um favorecimento para gozarem dos prazeres e isso em Marx é chamado de racionalização.

De alguma os princípios ideológicos que justificavam o sistema opressor seguia passos que não Provocaria na comunidade mudanças sociais, o conceito ideológico legitima a dominação e controle da massa que uma Vez explorada e oprimida segue o caminho traçado pelo dominante que é a própria RELIGIÃO.

A critica do Profeta aponta para uma interpretação das ações permitidas por javé, na visão do mesmo Deus esta preocupado com o bem comum, e que todo tipo de adoração ou sacrifícios a javé teria que esta condizente com as praticas sociais de cuidar do outro.

O templo se torna o maior das criticas do profeta, vai guigal e a betel, reforça uma postula semelhante à de Karl Marx que ver na religião uma situação de alienação, considerando como “Ópio do Povo”.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Dias da Silva, Cássio Murilo – METODOLOGIA DE EXEGESE BÍBLICA – Edições, Paulinas, 2000
A BÍBLIA DE JERUSALÉM, EDIÇÕES PAULINAS, São Paulo, 1981

Alunos: André Luis, Jaime e Raimundo.